terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Blessed Unrest



Quando a arte dos outros ressoa em nós, ressoamos em conjunto e o mundo torna-se num lugar melhor e ainda mais perfeito... <3


There is a vitality, a life force, a quickening
that is translated through you into action,
and because there is only one of you in all time,
this expression is unique.

If you block it,
it will never exist through any other medium
and be lost.
The world will not have it.

It is not yours to determine how good it is;
nor how it compares with other expressions.
It is your business to keep the channel open.
You do not even have to believe in yourself or your work.

You have to keep open and aware directly
to the urges that motivate you.
Keep the channel open.

No artist is ever pleased.
There is no satisfaction whatever at any time.
There is only a queer divine dissatisfaction;
a blessed unrest that keeps us marching
and makes us more alive than the others. 

Blessed Unrest - Martha Graham  



There is a vitality, a life force, a quickening
that is translated through you into action,
and because there is only one of you in all time,
this expression is unique.
If you block it,
it will never exist through any other medium
and be lost.
The world will not have it.
It is not yours to determine how good it is;
nor how it compares with other expressions.
It is your business to keep the channel open.
You do not even have to believe in yourself or your work.
You have to keep open and aware directly
to the urges that motivate you.
Keep the channel open.
No artist is ever pleased.
There is no satisfaction whatever at any time.
There is only a queer divine dissatisfaction;
a blessed unrest that keeps us marching
and makes us more alive than the others.
--Martha Graham to Agnes De Mille
- See more at: http://www.awakin.org/read/view.php?tid=274#sthash.7mnStgxC.dpuf
There is a vitality, a life force, a quickening
that is translated through you into action,
and because there is only one of you in all time,
this expression is unique.
If you block it,
it will never exist through any other medium
and be lost.
The world will not have it.
It is not yours to determine how good it is;
nor how it compares with other expressions.
It is your business to keep the channel open.
You do not even have to believe in yourself or your work.
You have to keep open and aware directly
to the urges that motivate you.
Keep the channel open.
No artist is ever pleased.
There is no satisfaction whatever at any time.
There is only a queer divine dissatisfaction;
a blessed unrest that keeps us marching
and makes us more alive than the others.
--Martha Graham to Agnes De Mille
- See more at: http://www.awakin.org/read/view.php?tid=274#sthash.7mnStgxC.dpuf
There is a vitality, a life force, a quickening
that is translated through you into action,
and because there is only one of you in all time,
this expression is unique.
If you block it,
it will never exist through any other medium
and be lost.
The world will not have it.
It is not yours to determine how good it is;
nor how it compares with other expressions.
It is your business to keep the channel open.
You do not even have to believe in yourself or your work.
You have to keep open and aware directly
to the urges that motivate you.
Keep the channel open.
No artist is ever pleased.
There is no satisfaction whatever at any time.
There is only a queer divine dissatisfaction;
a blessed unrest that keeps us marching
and makes us more alive than the others.
--Martha Graham to Agnes De Mille
- See more at: http://www.awakin.org/read/view.php?tid=274#sthash.7mnStgxC.dpuf

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A vida nas mãos



A nossa vida desenvolve-se em torno de questões cujas respostas dão forma à sua essência. À medida que vamos vivendo, somos, intuitiva e instintivamente, impulsionados ao questionamento do que deve ser a nossa vida. A capacidade de resposta perante o autoquestionamento revela-se na proporção direta da descoberta do caminho a seguir e do entendimento do seu sentido. Somos, pois, seres em permanente redescoberta ou relembrança do plano por nós previamente traçado e entretanto esquecido.


As questões que formulamos são as bases lançadas para o autodesenvolvimento: Qual o propósito das minhas escolhas? Que caminho seguir? Qual a razão por detrás que cada circunstância? Para quê e porquê viver? O que é esperado de mim? Que devo fazer com a minha vida? – Estas e tantas outras questões vão dando corpo a um caminho de reconhecimento não da vida, mas de nós próprios. Há todo um processo de identificação da teia que vamos construindo, criada por nós, como um filho que se abraça pela primeira vez depois do plano pormenorizado da conceção e do período da gestação. A nossa vida, tal como já a vivemos, vamos vivendo e ansiamos por viver cabe perfeita nas nossas mãos e vai-se desfrutando na medida das questões que vamos fazendo a nós próprios.


O segredo de uma vida congruente com o nosso plano é descodificado não pelas respostas que damos, mas pela nossa capacidade de fazer as perguntas acertadas. É uma questão de perspetiva e uma questão em perspetiva que nos permite abrir o campo de resposta, ilimitado e sincronizado com as nossas motivações. A nossa capacidade de questionamento é uma ligação direta que se consegue entre o que nos move, e para além de todas as condicionantes externas, e a nossa potencialidade para responder perante esse impulso. 


Nascemos com um motivo. Não somos fruto do acaso nem estamos perdidos num caos sem precedentes. Fazemos parte de uma ordem natural que coloca todas as peças seria e rigorosamente ordenadas num puzzle e que retrata um maravilhoso mundo aberto a todas as questões possíveis. Viemos com um código pessoal que permite a descodificação da matriz global. Cada um de nós, na sua perfeita especificidade, faz parte deste todo que se quer unido. Viemos para dar sentido a tudo que não se compreende, independentemente da compreensão que tenhamos sobre nós próprios e sobre a nossa missão. Seria verdadeiramente pretensioso achar-se que somos resultado de um qualquer processo alheio ao processo de que é composto aquilo que é a razão de viver. Somos um caso sério de existência definida, com um antes, um durante e um após concretos que necessitam de ser compreendidos, e é nossa responsabilidade descortinar esta magia transcendente.


Há uma luz em nós à espera, inquieta e ansiosa, de ser descoberta para iluminar o mundo no seu fulgor. Essa luz é uma força vital que nos permite encandear a nossa vida com uma alegria exuberante, permanentemente entusiasmada por iluminar o caminho da descoberta de nós e do outro. É esta luz que faz com que as nossas questões não sejam feitas a partir de processos lógicos e orientadas para a resposta que se pretende ter, mas sim feitas e vindas de dentro, desta força motivadora, para nos voltarmos para nós próprios, onde tudo começa e termina.


Há, em cada um de nós, um toque especial e único, em forma de talento, dom, potencial, coragem, sabedoria, voz, silêncio, visão, prazer e quietude, que faz com que este contacto com o mundo e com esta vida seja a concretização de um plano maior. O que nos define não é o nome, o título, a imagem, a presença, a ausência, os feitos identificados, o anonimato, nem a história nem o futuro. O que nos define é a nossa capacidade de nos questionarmos, vezes e vezes sem conta, até que as questões que formulamos ressoem em nós em busca da sua verdade. O que nos define é a capacidade de criarmos essa ressonância dentro de nós para que entremos bem fundo na nossa identidade e consigamos trazer à nossa consciência aquilo que queremos colocar no mundo. São as questões acertadas, feitas com o coração e a partir de um lugar de amor, que nos fazem despertar para o que queremos ser e que seja a nossa vida e, no final, deixarmos o nosso brilho no mundo.


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Regras para uma vida feliz :)




1.       Acorde todos os dias com um sorriso.
Cada dia que vive é mais uma oportunidade de fazer algo com a sua vida, de criar e expandir, de dar e receber, de sonhar, imaginar e realizar. Uma vida feliz é uma vida em que colocamos no mundo o melhor da nossa energia e temos o coração aberto para receber em troca. Acordar com um sorriso no rosto e profundamente motivado a fazer algo mais, vai-lhe permitir estar recetivo às oportunidades que estão diante de si e vai dotá-lo de coragem e capacidade para as aproveitar.

2.       Elogie-se.
Antes de comunicar com o mundo, elogie-se e agradeça a si próprio uma boa qualidade que tenha. O reconhecimento das nossas próprias virtudes é algo que acarreta uma boa dose de amor-próprio e que nem sempre é uma prática que nos é natural. Desde pequenos somos orientados para a autoavaliação e não a autovalorização. No entanto, só reconhecendo as nossas boas qualidades conseguiremos partilhá-las e ver essas mesmas qualidades nos outros. Para além disto, o modo como nos vemos é uma janela aberta para a forma como o mundo nos vê. Ao elogiar-se conseguirá mudar a imagem que tem de si próprio, criando uma onda positiva de autoestima, o que vai influenciar a imagem que os outros têm de si. Afinal de contas, “se eu não gostar de mim, quem gostará?”.

3.       Desfrute de um bom pequeno-almoço.
Tome o tempo necessário para desfrutar do pequeno-almoço com tranquilidade. O modo como encara os primeiros momentos do seu dia irá influenciar a predisposição para lidar com as restantes tarefas diárias. Se é difícil coordenar as tarefas matinais, nomeadamente as relacionadas com a família, acorde mais cedo ou ganhe a rotina de dedicar uns minutos a si próprio. Todos os dias gastamos parte do nosso tempo com hábitos diversos, muitos deles comandados pelo nosso subconsciente. Repense-os e ganhe novos hábitos que lhe permitam começar o dia com energia, mas profundamente tranquilo e sereno. A efetiva e serena coordenação da sua manhã refletirá a qualidade do seu dia.

4.       Estabeleça prioridades.
Estamos cultural e socialmente programados para gerir o nosso tempo em função das múltiplas tarefas que nos são exigidas, delegando para último plano o que efetivamente nos traz qualidade de vida ou nos permite ter tempo na nossa própria companhia. Por muitas tarefas que tenha por fazer, crie o seu próprio sistema de prioridades. Reconheça as suas reais necessidades e comprometa-se com elas. Nada na vida poderá ser tão inadiável quanto a sua paz interior ou aquilo que o devolve a si mesmo.

5.       Aprenda algo todos os dias.
Aguce a curiosidade de obter informação sobre o que lhe interessa, sobre a vida e sobre si mesmo. A melhor informação que pode ter na vida é a informação que o ajuda a compreender-se, com vista a uma expansão de consciência e a uma evolução constante. Estude, interesse-se e seja curioso. Foque a sua atenção na aprendizagem e na sua evolução. O estudo será a porta para um mundo novo ao seu alcance.


6.       Abrace alguém.
Os afetos têm um efeito harmónico e conciliador. Um abraço sentido só é possível perante a conciliação de vontades, de emoções e dois corações que ressoam entre si. Abraçar é partilhar um momento e um espaço emocional para que se crie uma energia de amor e paz interior.

7.       Concretize sonhos.
Sonhar é a capacidade de nos transportarmos para além do tempo, do espaço e da realidade presente. Os sonhos permitem que a nossa mente viaje para lá de todas as limitações, num quadro de infinitas possibilidades e de emoções por explorar. No entanto, os sonhos não devem apenas representar momentos de evasão mental e emocional, devem constituir o nosso maior objetivo e o caminho da expansão. Só através da prossecução dos nossos sonhos podemos libertar-nos das limitações que nos são impostas e ousar fazer diferente, no sentido do que nos preenche. Trace um plano dos seus sonhos. Desenhe-os, tenha uma imagem clara para ajudá-lo a materializar aquilo com que sonha e permita-se voar. Todos os dias dê um passo em frente e aprecie as pequenas conquistas.

8.       Reúna-se de pessoas positivas.
Procure ter por perto pessoas que o inspirem a viver uma vida feliz. Uma pessoa negativa dificilmente o vai incentivar a realizar sonhos, a ver o lado positivo de todas as situações ou a libertar-se de pensamentos destrutivos. Somos instintivamente atraídos por pessoas com vibração semelhante à nossa, mas podemos elevar a qualidade da nossa energia mantendo-nos focados no que nos faz bem. Deste modo, dê preferência por quem saiba e o faça sorrir, e inspire, de igual modo, quem precisa de uma boa dose de positivismo.

9.       Aprecie a abundância à sua volta.
Uma consciência de abundância é o que nos permite caminhar pela vida concentrados nas oportunidades e não nas limitações. Tome o tempo necessário para reconhecer o que existe à sua volta. As melhores coisas da vida são abundantes e estão presentes onde quer que esteja. Aprecie a natureza, as pessoas tão perfeitamente distintas entre si, os abraços, os olhares cúmplices, os sorrisos, a alegria e espontaneidade das crianças, a sabedoria e sensatez dos mais velhos, a mãos amigas que se revelam nos momentos mais sensíveis, as palavras, os sonhos, as imagens e as sensações. Aprecie tudo o que está disponível e que engrandece a alma no exato momento em que abre a porta para que entrem na sua vida.

10.   Crie um diário de agradecimentos.
Antes de se deitar, crie um registo escrito de todas as coisas positivas que marcaram o seu dia. A gratidão é a energia positiva que conduz ao amor. Tudo aquilo a que damos atenção persiste na nossa vida. Agradeça, sinta-se merecedor do que de bom veio até si e a vida trar-lhe-á mais motivos para agradecer.

11.   Queira ser feliz.
Decida ser verdadeiramente feliz. Decida com convicção e determinação. Escolha apenas o que lhe faz bem, veja o bom que há em si e na sua vida tal como ela é e abra o seu coração a tudo o que o possa fazer sentir-se ainda melhor. Respire profundamente como quem vive para respirar e deixe que a vida o inunde das emoções mais positivas e razões para sorrir. Aprecie cada momento dos seus dias e veja neles um passo em frente na sua evolução. Desista do que o detém no tempo, no espaço e nos lugares invisíveis e emocionais da negatividade. Escolha o lado positivo da vida. Escolha uma vida positiva. Escolha viver!